O porquê de seguir as regras

shutterstock_45390055Todos nós conhecemos as regras bem cedo na vida. As regras da casa, as regras com relação a rotina, a alimentação… Depois tem as regras da escola, do prédio, do clube… Depois, as regras dos jogos, das brincadeiras. As regras estão em todos os lugares – mas para que elas servem, afinal?

Num primeiro olhar, parecem sempre nos atrapalhar, nos tolher a liberdade, colocar freios em nossa individualidade. Será? Talvez, se olharmos por um ponto de vista que entende que considerar o coletivo é desconsiderar o individual. Tenho pensado muito no quanto a coletividade inclui a individualidade e o quanto todas as suas regras de convivência, quando encaradas dessa forma, podem ser vistas, encaradas e vividas de maneira leve e positiva.

Viver com alegria e leveza

Viver a regra e perceber que, no lugar do esforço pelo coletivo. O que podemos viver é a tranquilidade de estar considerado, mesmo quando estamos na coletividade, é um privilégio. Em nossa cultura, talvez tenhamos colocado em nossos corações que, ao considerar o todo, a parte, o eu, está em sacrifício, e que isso é ruim – mas acreditem: ao considerarmos o todo, ao seguirmos as regras que todos seguem, por exemplo, o que acontece é que a individualidade de todos está contemplada e algo inusitado acontece: alegria e leveza tomam lugar do sacrifício e da sensação ruim.

Se pudermos ensinar o contato com o coletivo desse lugar para nossas crianças, com certeza teremos um futuro melhor como pais, mas, para isso, precisamos, antes, mudar essa relação dentro de nós. Por isso, experimente não se sacrificar pelo coletivo e sim fazer por você ao fazer por todos. A sensação pode ser fantástica.

Com carinho

Dani

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