Como saber a diferença?!

Muitas vezes ficamos perdidos diante de uma situação nova com nossos pequenos. Um choro diferente, um grude, idas para nossa cama e falta de apetite, dentre outras coisas. Com nossa grande interrogação acabamos fazendo qualquer coisa para acabar com o choro, qualquer coisa para voltarmos ao conforto de termos tudo sob “controle’ no momento. E depois de um tempo curto, percebemos que estamos absolutamente controlados por eles nestas mesmas situações. E agora?

Fico pensando como poderíamos evitar este ciclo vicioso com o qual contribuímos de forma importante: quando fazemos qualquer negócio para cessar o choro, a noite mal dormida ou deixamos nossos pequenos substituírem um almoço pelo chocolate. Estamos dizendo com todas as letras que estas estratégias funcionam. No grito, as crianças conseguem tudo. A vivência que elas têm é de insegurança, pois percebem que a autoridade não está em nós.

Como diferenciar quando há um pedido de uma necessidade real e quando estamos entrando nesse ciclo?  O que acontece é que sempre entramos, percebemos que entramos e aí damos um jeito de sair correndo do ”cativeiro”, da sensação de ser refém. Será que somos capazes de perceber tudo isso antes?

“Felling”

Acredito que sim, porém isso só será possível se estivermos perto, presentes, livres para prestarmos atenção aos nossos sentimentos e percepções que surgem deste estar junto. Precisamos confiar no nosso “felling”, na nossa intuição, na nossa escuta interna. É incrível, mas quando essa qualidade de escuta acontece, a resposta vem rapidamente.
Com isso podemos perceber o sincero pedido e podemos realmente atendê-lo. Mesmo que  seja apenas a necessidade da presença daquele que educa: os pais.

Com carinho e Gratidão.

Daniella

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